Sunday, August 21, 2011


Nostalgia

Meu psicô e moi chegamos a conclusão que eu sou a viajante do passado. Nada nunca será tão bom quanto o que já foi um dia. E pra que eu não surte (mais) e acabe com tudo (for good) eu carrego comigo uma grande mala (chamada cérebro) com todas as boas coisas (que não eram tão boas assim enquanto eram presente) pra recordar uma memória que nunca existiu como eu a imagino mas ainda assim é melhor que o agora.

Ou seja, enquanto lá, do outro lado do laguinho Atlantis, reclamava como o cão e pá. E hoje, cá, seis meses contados de retorno, não consigo parar de abrir a mala sem alça da nostalgia e lamentar os porquês de estar aqui. Fácil assim. Da mesma maneira que num futuro próximo, num lugar que ainda não sei qual será, reclamarei de como a vida era boa aqui. 

Por que de nostalgia também se vive. Ou sobrevive. E enlouquece. Sei lá...