O tempo passa, o tempo voa
E bom, ando com a vida o-cu-pa-dí-ssi-ma. Nunca vou saber se quem casa quer casa mas quem quer casa tem que trabalhar muito e nem vos digo o quanto é caro um buraco apertado perto de um metrô qualquer pra chamar de lar. Por isso, busy bee mode se não fosse alguns pormenores:
Todo o meu colegial (as I knew it, so 3 people) decidiu dar as caras na minha vida. Meu ex-melhor amigo gay surgiu das cinzas (ou purpurina) e meus amigos geeks/freeks também. E é tão bom e reconfortante ver que anos se vão mas afinidade, quando verdadeira, não passa jamais. Será que aquelas phonies que tiravam tanto sarro de todo mundo e eram mais rasas que um pires conseguiriam ficar mais de quatro horas num papo interminável entre elas depois de anos sem contato como eu fiz hoje? Duvido...
E aí, eu levo uma pedrada (não-literal) na cabeça com uma notícia que ja-mais congitaria escutar e não paro de me perguntar se sou tão oblivious quanto imagino. Tipo, eu achava que iria juntar os trapos com o tuga há menos de quatro meses atrás e tchum, paralelepipedo na nuca, nem sabia de onde veio mas bom, não há fumaça sem fogo (ou vice-versa) e meu detector só pode ser quebrado pra não pegar as tais coisas no ar. Ou teria percebido em quase dez anos alguma coisa que não me fizesse ter feito cair o queixo fim de semana passado.
E no quesito saudade, ex-patrone ligou hoje. Foi estranhíssimo desatar a falar francês (pela primeira vez desde que cheguei) e ando sentindo uma falta incrível de tudo por lá. Saber que a vida continua lá sem mim. Léo começando a falar de verdade, sendo 'coquin' como sempre. Não que eu me arrependa de ter voltado mas é tão difícil se desapegar de uma (boa) vida que era minha há um mês atrás. Nostalgia pura...

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