Antes tarde do que nunca
Como o Carnaval passou e eu fujo dele como le diable de la croix, fiz maratona melhores do Oscar (junto com os outros perdidos que assisti lá do outro lado do mar) e eis o resumão:
Discurso do Rei: Não podia ter melhor ganhador porque é redondinho, certinho, chatinho e por isso, tudo o que a Academia gosta. A segunda vez (sim, tive que rever com minha mãe) mostra bem a falta de ritmo. MAS Colin Firth é um senhor que poderia montar uma tendinha vendendo carisma e ficaria (mais) rico. E como o filme é dele e só dele, ninguém mais mereceria o prêmio de melhor ator.
Cisne Negro (ou quem tem medo de Nina Portman?): Darren Aronosfky é um perturbado que só faz filmes idem and G'd bless his heart porque foi o filme mais WTFLYIN'F? da temporada. E como é bom não só ver Nina virar o patinho preto como ter certeza que aquela menininha maravilhosa de O profissional sempre foi o que mostrou: Uma ótima atriz que só precisa ousar mais na escolha de papéis.
O vencedor: Esperava mais de um doido como o David O. Russell. Os atores do filme estão ótimos sim mas é um filme tão no piloto automático que parece nem ter direção. Christian Bale pra variar tá ótimo de tão creepy, já Melissa Leo não merecia a estatueta que deveria ter ido pra indicada do filme abaixo.
Bravura Indômita: É gostoso ver um filme que parece com aqueles de antigamente. E os Coen fizeram um clássico filme de cowboy onde o mais valente é uma garota fofa que eu já virei fã antes mesmo de ver o filme (ninguém mandou Haile Steinfeld ser uma gracinha cheia de carisma...). Sem contar que ainda assim é um filme com o timbre dos dois irmãos: Nonsense, personagens caricatos, violência gratuita. Desceu redondo.
127 horas: Olha, se David Fisher conseguiu sossegar o rabo/câmera em Social Network, juro que não perco a fé no Danny Boyle só que não foi dessa vez que o diretor deixou de estragar um filme que tinha tudo pra ser bom com a mania de 'olha, mãe como eu sei fazer trucagem no cinema'. Catzo, não teria problema nenhum em colocar o James Franco lá, ele com ele mesmo e todos seus conflitos internos de ser ou não ser (ou cortar ou não cortar) por uma hora. Aliás, já era até esperado. Toda a firulagem de devaneios só tirou o peso de um filme que deveria ser pesado (e indigesto: tive que assistir a fatídica cena do corte almoçando molho de tomate no avião de volta ¬¬)
Winter's bone: Em duas palavras? VIDA CÃO. Que ladra, morde e não tem como escapar da coleira.
Blue Valentine: Duas pessoas certas no momento certo vira amor? E duas pessoas erradas (mas envolvidas pela tal da paixão) no momento mais que errado, no que dá? Blue Valentine. Sem as causualidades da vida, essas duas pessoas tão machucadas eventualmente perceberiam que não foram feitas uma pra outra. Unidas, só mostra que amor, sexo, química, tesão are not enough. Ah, Ryan Gosling, meu deus, esse cara é bom demais...
Como o Carnaval passou e eu fujo dele como le diable de la croix, fiz maratona melhores do Oscar (junto com os outros perdidos que assisti lá do outro lado do mar) e eis o resumão:
Discurso do Rei: Não podia ter melhor ganhador porque é redondinho, certinho, chatinho e por isso, tudo o que a Academia gosta. A segunda vez (sim, tive que rever com minha mãe) mostra bem a falta de ritmo. MAS Colin Firth é um senhor que poderia montar uma tendinha vendendo carisma e ficaria (mais) rico. E como o filme é dele e só dele, ninguém mais mereceria o prêmio de melhor ator.
Cisne Negro (ou quem tem medo de Nina Portman?): Darren Aronosfky é um perturbado que só faz filmes idem and G'd bless his heart porque foi o filme mais WTFLYIN'F? da temporada. E como é bom não só ver Nina virar o patinho preto como ter certeza que aquela menininha maravilhosa de O profissional sempre foi o que mostrou: Uma ótima atriz que só precisa ousar mais na escolha de papéis.
O vencedor: Esperava mais de um doido como o David O. Russell. Os atores do filme estão ótimos sim mas é um filme tão no piloto automático que parece nem ter direção. Christian Bale pra variar tá ótimo de tão creepy, já Melissa Leo não merecia a estatueta que deveria ter ido pra indicada do filme abaixo.
Bravura Indômita: É gostoso ver um filme que parece com aqueles de antigamente. E os Coen fizeram um clássico filme de cowboy onde o mais valente é uma garota fofa que eu já virei fã antes mesmo de ver o filme (ninguém mandou Haile Steinfeld ser uma gracinha cheia de carisma...). Sem contar que ainda assim é um filme com o timbre dos dois irmãos: Nonsense, personagens caricatos, violência gratuita. Desceu redondo.
127 horas: Olha, se David Fisher conseguiu sossegar o rabo/câmera em Social Network, juro que não perco a fé no Danny Boyle só que não foi dessa vez que o diretor deixou de estragar um filme que tinha tudo pra ser bom com a mania de 'olha, mãe como eu sei fazer trucagem no cinema'. Catzo, não teria problema nenhum em colocar o James Franco lá, ele com ele mesmo e todos seus conflitos internos de ser ou não ser (ou cortar ou não cortar) por uma hora. Aliás, já era até esperado. Toda a firulagem de devaneios só tirou o peso de um filme que deveria ser pesado (e indigesto: tive que assistir a fatídica cena do corte almoçando molho de tomate no avião de volta ¬¬)
Winter's bone: Em duas palavras? VIDA CÃO. Que ladra, morde e não tem como escapar da coleira.
Blue Valentine: Duas pessoas certas no momento certo vira amor? E duas pessoas erradas (mas envolvidas pela tal da paixão) no momento mais que errado, no que dá? Blue Valentine. Sem as causualidades da vida, essas duas pessoas tão machucadas eventualmente perceberiam que não foram feitas uma pra outra. Unidas, só mostra que amor, sexo, química, tesão are not enough. Ah, Ryan Gosling, meu deus, esse cara é bom demais...

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