ESPAÑA
Dia 1- Barcelona
Existem dois tipos de grandes cidades: as relaxadas e as "uptides". Barcelona (como Rio e LA, imagino...) está na primeira categoria: cosmopolita, internacional, movimentada e ainda assim, um sossego só. Mesmo o hostel foi uma coisa fofa, as meninas do quarto, o pessoal do staff mais parecendo a ONU (irlandês, brasileiro, argentino...).
Logo de manhã, Sagrada Família e Parque Güell. Montes e montes de arte de Gaudí. O templo é uma linda bagunça arquitetônica. E o parque me pareceu a "sacre cœur" espanhola, onde todo mundo vai pra namorar, descançar, escutar música e ser mais feliz- igualzinho Albergue espanhol e Vicky, Crsitina. Fim do dia com longa caminhada até achar a praia.
Dia 2- Mais praia
Manhã indo visitar o Parque Montjuic (uma grande serra de cara pro Mediterrâneo) com direito à Teatro Grego, Museu de História Catalã e Fonte Mágica (que decidiu não funcionar na Segunda e nos desapontou.) Passeig de Grácia com a casa bastló e La pedrera (Gaudí rules this city!!!) E mais praia. Esse mar deve ter algo porque tanto aqui como em Cannes, eu (pela primeira vez em quase 28 anos) senti uma vontade imensa de ficar no sol e entrar na água. o tempo todo. Quase um milagre. Also, muito topless. Also 2, catalão é muito estranho, difícil e se parece em nada com o castelaño.
Dia 3- Farofada à espanhola
Museu Picasso e sua versão de Las Meninas. Ruelas minúsculas e deliciosas. E meu braziliandar, muito eficaz em países que não são o Brasil, não funciona nem um pouco por aqui já que todo mundo parece brazuca fisicamente, provando que viemos todos de uma mesmo saco de farinha ibérico. Logo depois, Las Ramblas (longa alameda arborizada) e Mercado da Boqueria pra comprar o almoço (aka, pão espanhol com mortadela italiana e abacaxi) pra farofa (chique) na praia (de novo). Último dia de catalunya e sem dúvida alguma foi o que sempre esperei de férias no mediterrâneo. Não tivemos UM problema sequer. Tudo foi perfeito, tranquilo e relaxante - e com direito a tapas, paella e um par de espadrilles ma-ra-vi-lho-so.
Dia 4- Nazi train to Madrid
Imagine um cubículo com duas treliches sendo dividida por 6 estranhas. Bem vindos ao trêm com leito Barcelona-Madri (ou o mais perto que eu já cheguei de um "quarto" de concentração do III Reich). Voltando aos dois tipos de grandes cidades: Madri é estressada, mal-humorada, feinha e cricri (como SP, NY, Londres e Paris, God bless them all...). Mas vamos lá realizar o sonho artístico velazquiano: Museu do Prado. Muita coisa linda. E muita chatice por não poder tirar foto de nada. Eu entendo (e concordo com) a regra de no-flash que é realmente maléfico pra obras de arte, mas não poder tirar um foto é demais (lembrando que minha única razão de estar aqui é poder posar com meu único quadro favorito). Mesmo me sentindo como uma criminosa, I did it e não me arrependo. À tarde, passada no estádio do Real Madri e noite em Chueca (o bairro mais gay e animado da cidade). Acho que tô em Sampa e esqueceram de me avisar.
Dia 5- Último dia
Museu Reina Sofia com muita arte moderna e a Guernica de Picasso. Mais expectativa artsy-fartsy e mais gente chata proibindo foto (com direito a uma guia louca e frustrada gritando comigo na frente do mural e fazendo com que uma multidão parasse de olhar pra obra pra olhar pra mim). Total perda de tesão de ver o que queria, dessa cidade e de gente miserável tentando fazer os outros tão miseráveis quanto.
Almoço no restaurante mais antigo do mundo (segundo o Guiness). Porco assado, croquete e sangria. Porque comer faz tudo ficar melhor. E na mesa ao lado, um dos atores se Shortbus que ao contrário da idiota do museu, foi educadíssimo e adorável quando fui falar com ele (e elogiar o filme e o diálogo dele com o ex-prefeito de NY que pra mim é uma das coisas mais lindas dali) melhorando meu dia. Bichinas fofas 100 x 0 Mocréias frustadas. Logo depois, Templo Debod, muito cansaço, 10 euros perdidos (assim como em Amsterdã... wtf?) e mais noite madrillena pra se despedir.
Dia 6- Falta muito?
Foi tudo muito lindo, foi tudo muito bom (mais no lado sul que no lado norte do país) mas o único desejo agora é voltar pra Paris. Um vôo atrasado ( e turbulento e com um piloto meio grosso pra levantar e aterrizar e com a Alison dando um pequeno escândalo e eu NUNCA mais sento na última fileira de um avão ever...) e França cá estou de volta! Il n'y a pas de place comme chez nous!!!
Dia 1- Barcelona
Existem dois tipos de grandes cidades: as relaxadas e as "uptides". Barcelona (como Rio e LA, imagino...) está na primeira categoria: cosmopolita, internacional, movimentada e ainda assim, um sossego só. Mesmo o hostel foi uma coisa fofa, as meninas do quarto, o pessoal do staff mais parecendo a ONU (irlandês, brasileiro, argentino...).
Logo de manhã, Sagrada Família e Parque Güell. Montes e montes de arte de Gaudí. O templo é uma linda bagunça arquitetônica. E o parque me pareceu a "sacre cœur" espanhola, onde todo mundo vai pra namorar, descançar, escutar música e ser mais feliz- igualzinho Albergue espanhol e Vicky, Crsitina. Fim do dia com longa caminhada até achar a praia.
Dia 2- Mais praia
Manhã indo visitar o Parque Montjuic (uma grande serra de cara pro Mediterrâneo) com direito à Teatro Grego, Museu de História Catalã e Fonte Mágica (que decidiu não funcionar na Segunda e nos desapontou.) Passeig de Grácia com a casa bastló e La pedrera (Gaudí rules this city!!!) E mais praia. Esse mar deve ter algo porque tanto aqui como em Cannes, eu (pela primeira vez em quase 28 anos) senti uma vontade imensa de ficar no sol e entrar na água. o tempo todo. Quase um milagre. Also, muito topless. Also 2, catalão é muito estranho, difícil e se parece em nada com o castelaño.
Dia 3- Farofada à espanhola
Museu Picasso e sua versão de Las Meninas. Ruelas minúsculas e deliciosas. E meu braziliandar, muito eficaz em países que não são o Brasil, não funciona nem um pouco por aqui já que todo mundo parece brazuca fisicamente, provando que viemos todos de uma mesmo saco de farinha ibérico. Logo depois, Las Ramblas (longa alameda arborizada) e Mercado da Boqueria pra comprar o almoço (aka, pão espanhol com mortadela italiana e abacaxi) pra farofa (chique) na praia (de novo). Último dia de catalunya e sem dúvida alguma foi o que sempre esperei de férias no mediterrâneo. Não tivemos UM problema sequer. Tudo foi perfeito, tranquilo e relaxante - e com direito a tapas, paella e um par de espadrilles ma-ra-vi-lho-so.
Dia 4- Nazi train to Madrid
Imagine um cubículo com duas treliches sendo dividida por 6 estranhas. Bem vindos ao trêm com leito Barcelona-Madri (ou o mais perto que eu já cheguei de um "quarto" de concentração do III Reich). Voltando aos dois tipos de grandes cidades: Madri é estressada, mal-humorada, feinha e cricri (como SP, NY, Londres e Paris, God bless them all...). Mas vamos lá realizar o sonho artístico velazquiano: Museu do Prado. Muita coisa linda. E muita chatice por não poder tirar foto de nada. Eu entendo (e concordo com) a regra de no-flash que é realmente maléfico pra obras de arte, mas não poder tirar um foto é demais (lembrando que minha única razão de estar aqui é poder posar com meu único quadro favorito). Mesmo me sentindo como uma criminosa, I did it e não me arrependo. À tarde, passada no estádio do Real Madri e noite em Chueca (o bairro mais gay e animado da cidade). Acho que tô em Sampa e esqueceram de me avisar.
Dia 5- Último dia
Museu Reina Sofia com muita arte moderna e a Guernica de Picasso. Mais expectativa artsy-fartsy e mais gente chata proibindo foto (com direito a uma guia louca e frustrada gritando comigo na frente do mural e fazendo com que uma multidão parasse de olhar pra obra pra olhar pra mim). Total perda de tesão de ver o que queria, dessa cidade e de gente miserável tentando fazer os outros tão miseráveis quanto.
Almoço no restaurante mais antigo do mundo (segundo o Guiness). Porco assado, croquete e sangria. Porque comer faz tudo ficar melhor. E na mesa ao lado, um dos atores se Shortbus que ao contrário da idiota do museu, foi educadíssimo e adorável quando fui falar com ele (e elogiar o filme e o diálogo dele com o ex-prefeito de NY que pra mim é uma das coisas mais lindas dali) melhorando meu dia. Bichinas fofas 100 x 0 Mocréias frustadas. Logo depois, Templo Debod, muito cansaço, 10 euros perdidos (assim como em Amsterdã... wtf?) e mais noite madrillena pra se despedir.
Dia 6- Falta muito?
Foi tudo muito lindo, foi tudo muito bom (mais no lado sul que no lado norte do país) mas o único desejo agora é voltar pra Paris. Um vôo atrasado ( e turbulento e com um piloto meio grosso pra levantar e aterrizar e com a Alison dando um pequeno escândalo e eu NUNCA mais sento na última fileira de um avão ever...) e França cá estou de volta! Il n'y a pas de place comme chez nous!!!

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