Oi, é aqui o paraíso?
E eu fui pra Cannes. E os avós foram fofos e não estressaram ninguém. E as crianças descansaram (e aporrinharam pouco). E a casa era linda, histórica, gigantesca e à cinco minutos da praia. E todo dia, na hora da siesta dos pimpolhos eu rumava pra piscina ou pra areia e tomava sol escurando música. E todo dia brincamos no sol delicioso e fazíamos muito castelo de areia. E todo dia via meu francês melhorar fazendo parte das conversas das refeições (e ao contrário da tragédia dos meus primeiros dias de Normandia, sentei, comi e agradeci mesmo sem fome...). E vi a escadaria da croisette onde todo santo ano as estrelas sobem, param e posam pras fotos oficiais do festival. E os dias passaram voando, infelizmente.
Claro, o purgatório foi voltar no vagão do trem da excursão de crianças entre 7 e 9 anos e sentar bem do lado dos meninos mais superativos do planeta. Porque, se não é com Coco e Léo, eu ainda assim devo ter um karma cósmico aturando o filho alheio.
E eu fui pra Cannes. E os avós foram fofos e não estressaram ninguém. E as crianças descansaram (e aporrinharam pouco). E a casa era linda, histórica, gigantesca e à cinco minutos da praia. E todo dia, na hora da siesta dos pimpolhos eu rumava pra piscina ou pra areia e tomava sol escurando música. E todo dia brincamos no sol delicioso e fazíamos muito castelo de areia. E todo dia via meu francês melhorar fazendo parte das conversas das refeições (e ao contrário da tragédia dos meus primeiros dias de Normandia, sentei, comi e agradeci mesmo sem fome...). E vi a escadaria da croisette onde todo santo ano as estrelas sobem, param e posam pras fotos oficiais do festival. E os dias passaram voando, infelizmente.
Claro, o purgatório foi voltar no vagão do trem da excursão de crianças entre 7 e 9 anos e sentar bem do lado dos meninos mais superativos do planeta. Porque, se não é com Coco e Léo, eu ainda assim devo ter um karma cósmico aturando o filho alheio.

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