Uma garota dividida em dois (ou três, quatro, cinco, seis...)
Adoraria poder dissertar sobre um filme (francês, por sinal...) com o mesmo título mas infelizmente a desmembrada (emocional) sou eu mesma.
Apesar de ser a pessoa mais indecisa do mundo e essa não ser a primeira ( e obviamente, nem a última) vez que não sei se caso ou compro uma bicicleta, me sinto encurralada e o cerco não parece parar de estreitar. E o fato de estar com quase 28 e optar por uma vida louca e mambembe andam pesando.
Um grande lado meu quer mais é apertar o botão F, gastar tudo que ando juntando aqui (e lá) e fazer o que tenho vontade como Islândia em Abril, Ingalterra, Itália (e outro país a ecolha) no verão e depois, só em agosto, voltar e continuar com o meu metier d'amour (ooooh teacher...). Afinal, quando é que poderei e terei dinheiro/oportunidade de ser louca na Europa por uma segunda vez?
Já meu lado sério sabe que I'm not getting any younger/richer e que ao chegar no Brasil, começarei o ciclo "por que voltei/tenho que sair daqui..." tudo de novo. Meu lema anda sendo "vida de merda por vida de merda, pelo menos moro em Paris" e sei que a São Tosca Paulo não ganha na parada. Por isso, ando com muitas escolhas de Sofia no quesito "ficar".
Adoraria me tornar professora de Inglês em terras parisiis mas é difícil pra carajo. Eles só querem native speakers e o Brasil ainda não virou subsidiário yankee. Tenho chances sim, mas a longo prazo (e com especialização adrquirida por aqui...). Ou seja, é continuar como au pair ou nounou e pegar os certificados necessários.
Só que, depois da semana que tive, pensei até em me jogar no Sena, tamaho o stress. Aturar povo gritando na sua cara como se você fosse o cachorro da casa que fez xixi no tapete (sério, já tava esperando me darem uma jornalada no focinho e me mandarem dormir no relento) é phoda.
Nounou é livre (e ganha mais e mora separado) mas isso significa arranjar meu apê (ou seja, só semestre que vem e au revoir rico dinheirinho pra viagem) e conitnuar engolindo grenouilles do povo referido pra continuar o pé de meia (e nem sei se quero encarar troca de família antes do fim do meu contrato por que sim, sou passiva-agressiva e não, não quero ter que aprender uma nova rotina com novas pessoas pra ficar só 5 meses - I'm lazy.)
E ainda tem o verão. E tem o Reino Unido (onde famílias também precisam de babá e bom, não é a França). E tem os meus dois bebês que eu amo tanto e não quero perder contato (I'm THAT sentimental...). E eu acho que estou apaixonada e ele como bom francês adora me bem/maltratar. E tem a saudade da minha mãe, amigos, gatos, escola de Inglês onde eu era feliz e respeitada.
Apesar de ser a pessoa mais indecisa do mundo e essa não ser a primeira ( e obviamente, nem a última) vez que não sei se caso ou compro uma bicicleta, me sinto encurralada e o cerco não parece parar de estreitar. E o fato de estar com quase 28 e optar por uma vida louca e mambembe andam pesando.
Um grande lado meu quer mais é apertar o botão F, gastar tudo que ando juntando aqui (e lá) e fazer o que tenho vontade como Islândia em Abril, Ingalterra, Itália (e outro país a ecolha) no verão e depois, só em agosto, voltar e continuar com o meu metier d'amour (ooooh teacher...). Afinal, quando é que poderei e terei dinheiro/oportunidade de ser louca na Europa por uma segunda vez?
Já meu lado sério sabe que I'm not getting any younger/richer e que ao chegar no Brasil, começarei o ciclo "por que voltei/tenho que sair daqui..." tudo de novo. Meu lema anda sendo "vida de merda por vida de merda, pelo menos moro em Paris" e sei que a São Tosca Paulo não ganha na parada. Por isso, ando com muitas escolhas de Sofia no quesito "ficar".
Adoraria me tornar professora de Inglês em terras parisiis mas é difícil pra carajo. Eles só querem native speakers e o Brasil ainda não virou subsidiário yankee. Tenho chances sim, mas a longo prazo (e com especialização adrquirida por aqui...). Ou seja, é continuar como au pair ou nounou e pegar os certificados necessários.
Só que, depois da semana que tive, pensei até em me jogar no Sena, tamaho o stress. Aturar povo gritando na sua cara como se você fosse o cachorro da casa que fez xixi no tapete (sério, já tava esperando me darem uma jornalada no focinho e me mandarem dormir no relento) é phoda.
Nounou é livre (e ganha mais e mora separado) mas isso significa arranjar meu apê (ou seja, só semestre que vem e au revoir rico dinheirinho pra viagem) e conitnuar engolindo grenouilles do povo referido pra continuar o pé de meia (e nem sei se quero encarar troca de família antes do fim do meu contrato por que sim, sou passiva-agressiva e não, não quero ter que aprender uma nova rotina com novas pessoas pra ficar só 5 meses - I'm lazy.)
E ainda tem o verão. E tem o Reino Unido (onde famílias também precisam de babá e bom, não é a França). E tem os meus dois bebês que eu amo tanto e não quero perder contato (I'm THAT sentimental...). E eu acho que estou apaixonada e ele como bom francês adora me bem/maltratar. E tem a saudade da minha mãe, amigos, gatos, escola de Inglês onde eu era feliz e respeitada.
WHAT SOLOMON WOULD DO???

<< Home