Peça do destino
Hoje, depois de 4 aulas consecutivas perdidas (e nem um pouco culpada), apostei comigo mesma: SE no caminho (que tem 3 cinemas UGC) estiver passando o novo filme do Peter Jackson E for a primeira sessão (mais barata) E bater o horário, dane-se a escola ∞!!!
Lovely bones. O filmeco ruim! Apesar de não curtir a trilogia do anel (assim com Kevin Smith, gosto muito mais da trilogia das Estrelas...), gosto dos outros filmes de Jackson, em particular Heavenly creatures com uma Kate Wislet gordinha de 16 anos e louquíssima e Fantasmas com Micheal J. Fox que é uma delícia de comédia macabra com efeitos muito bons e a serviço da história. Já o filme em questão me fez sentir vergonha alheia (e pensar que até a minha aula sacal com as nazis bitches e professora puxa-saco teria sido mais útil). São tantas as coisas erradas nele que eu vou tentar enumerar mas sei que ainda vou esquecer muito...
1. Os clichês. Se você tem cacife pra trabalhar com a Susan Sarandon, Rachel Weisz e Stanley Tucci, pô, entregue um roteiro que valha. Deu muita vergonha de ver Sarandon na edição/pastiche em que ela cuida da casa da filha. Muuuita vergonha. Weisz parece perdida, menos por que perde a filha na tela e mais por que nem ela deve saber por que raios aceitou estar ali. Já Tucci é a própria caricatura do psicopata "uahahaha" que pega criancinhas pra fazer mingau. Um cgi à la Smeagol teria mais profundidade.
2. A breguice. Uma famíla normal e feliz está beeeem longe de ser a droga da família da propaganda da Doriana (graças à Alá...) e tudo naquela familiazinha beira o cafona.
3. A breguice do além. Até conseguiria relevar outros erros se não fosse o maldito limbo/entre mundos onde a menina se encontra. Lembra aquele Amor além da vida do Robin Williams só que piorado. Eu até aceitaria a idéia de que ela está lá na espera e ajudando numa solução da própria morte mas as cenas épicas e toscas de lugares absurdamente lindos e além da imaginação são lindamente vergonhosos, isso sim.
4. A adolescência. Será que mesmo depois de estuprada, morta e deixada num cofre forte por um psicopata a única coisa que uma menina de 14 anos (em espírito) AINDA se impora é em não ter dado o primeiro beijo?
5. O desfecho. Num filme onde tudo é clichê e over o mínimo seria que a menina realmente ajudasse na captura de seu assassino como o esperado. Mas não... além da patética cena do beijinho à la ghost fui obrigada a ver a ridícula cena da morte de Tucci (Era pra ser comédia? Só se for de mau gosto...).
Conclusão: Num filme em que Mark Walhberg é a única coisa aproveitável, meu karma me chutou a bunda. Nunca mais cabulo aula (mentira...semana que vem estreia Wes e na outra Master Scorsa.)

Lovely bones. O filmeco ruim! Apesar de não curtir a trilogia do anel (assim com Kevin Smith, gosto muito mais da trilogia das Estrelas...), gosto dos outros filmes de Jackson, em particular Heavenly creatures com uma Kate Wislet gordinha de 16 anos e louquíssima e Fantasmas com Micheal J. Fox que é uma delícia de comédia macabra com efeitos muito bons e a serviço da história. Já o filme em questão me fez sentir vergonha alheia (e pensar que até a minha aula sacal com as nazis bitches e professora puxa-saco teria sido mais útil). São tantas as coisas erradas nele que eu vou tentar enumerar mas sei que ainda vou esquecer muito...
1. Os clichês. Se você tem cacife pra trabalhar com a Susan Sarandon, Rachel Weisz e Stanley Tucci, pô, entregue um roteiro que valha. Deu muita vergonha de ver Sarandon na edição/pastiche em que ela cuida da casa da filha. Muuuita vergonha. Weisz parece perdida, menos por que perde a filha na tela e mais por que nem ela deve saber por que raios aceitou estar ali. Já Tucci é a própria caricatura do psicopata "uahahaha" que pega criancinhas pra fazer mingau. Um cgi à la Smeagol teria mais profundidade.
2. A breguice. Uma famíla normal e feliz está beeeem longe de ser a droga da família da propaganda da Doriana (graças à Alá...) e tudo naquela familiazinha beira o cafona.
3. A breguice do além. Até conseguiria relevar outros erros se não fosse o maldito limbo/entre mundos onde a menina se encontra. Lembra aquele Amor além da vida do Robin Williams só que piorado. Eu até aceitaria a idéia de que ela está lá na espera e ajudando numa solução da própria morte mas as cenas épicas e toscas de lugares absurdamente lindos e além da imaginação são lindamente vergonhosos, isso sim.
4. A adolescência. Será que mesmo depois de estuprada, morta e deixada num cofre forte por um psicopata a única coisa que uma menina de 14 anos (em espírito) AINDA se impora é em não ter dado o primeiro beijo?
5. O desfecho. Num filme onde tudo é clichê e over o mínimo seria que a menina realmente ajudasse na captura de seu assassino como o esperado. Mas não... além da patética cena do beijinho à la ghost fui obrigada a ver a ridícula cena da morte de Tucci (Era pra ser comédia? Só se for de mau gosto...).
Conclusão: Num filme em que Mark Walhberg é a única coisa aproveitável, meu karma me chutou a bunda. Nunca mais cabulo aula (mentira...semana que vem estreia Wes e na outra Master Scorsa.)

Vai pra luz, Caroline!!

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