Nirvana, Oasis e essas coisas auditivas do coração
Minha mãe, domingo passado, depois da enésima reportagem na tv sobre os 15 anos do suícidio do Kurt, soltou: “Desse daí você nunca gostou, né?”. É verdade. Fui picada pela mosca do rock na exata mesma época do Nirvana mas nem dei pelota pra eles. Momento crucial pra fim foi ver meu terceiro clipe naquele canal uhf com três letras na casa da minha madrinha. O primeiro foi Groove’s in the heart. O Segundo, crazy ou cryin’,nunca sei distinguir um do outro. O terceiro, do carrinho de sorvete, foi o suficiente pra me fazer gostar muito daquilo tudo. Já o Nirvana entra na categoria Beatles dentro do meu cérebro. É bom? Claro. Mudou tudo na música quando aconteceu e é marco nos altos do rock? Não tenha dúvida. Me emociona, comove e faz querer escutar? NÃO!!!!
Fácil né? Pra mim, os quatro rapazes de Liverpool são nada mais que a maldita fitinha que meu pai tinha no carro e tocava ad eternum em auto reverse (leia-se: não acabava NUNCA…)bem como Kurt era um cara bipolar que não soube lidar com a fama e tinha um péssimo gosto pra esposas. Sou muito (mas muito mais, mesmo) Rolling Stones e Foo Fighters. Prontofalei.
Ai me perguntaram se eu vou ver Oasis. Nos meus gloriosos tempos de colegial entrava em brigas verbais (e quase físicas) pra defender os irmãos Gallagher e What’s the story e Definitely Maybe foram trilha sonora da minha adolescência. Ai teve aquele show em 98 que eu perdi (e quase cai em depressão), aí o tempo passou e outras bandas made in UK entraram no meu coração (o Blur que vi em 99, o Coldplay que vi em 03, o Travis que ainda espero e claro, a banda que me fez ficar mais perto de Deus duas semanas atrás…) e o Oasis hoje é como aquele ex-namorado da época de escola que quando você acha uma foto, só faz pensar onde raios estava com a cabeça pra ter se apaixonado por aquilo. Não faria sentido matar a vontado hoje em dia de algo que não me toca como antes. Nem no iPod eu escuto mais (pulo sumariamente). Já era.
O que me fez pensar também em como tudo tem sua hora, mesmo, já que duvido que se tivesse visto a banda que me levou ao nirvana duas semanas atrás na época do Kid A ou Amnesiac (não gosto e não tenho nenhum dos dois cds, prontofalei²) teria passado por uma das experiências mais maravilhosas da minha humilde vida… (se eu disser que até agora me sinto abobalhada e assisto à trechos do show no youtube pra voltar pro dia 22 alguém acredita? Eu não sou mais a mesma.)
Fácil né? Pra mim, os quatro rapazes de Liverpool são nada mais que a maldita fitinha que meu pai tinha no carro e tocava ad eternum em auto reverse (leia-se: não acabava NUNCA…)bem como Kurt era um cara bipolar que não soube lidar com a fama e tinha um péssimo gosto pra esposas. Sou muito (mas muito mais, mesmo) Rolling Stones e Foo Fighters. Prontofalei.
Ai me perguntaram se eu vou ver Oasis. Nos meus gloriosos tempos de colegial entrava em brigas verbais (e quase físicas) pra defender os irmãos Gallagher e What’s the story e Definitely Maybe foram trilha sonora da minha adolescência. Ai teve aquele show em 98 que eu perdi (e quase cai em depressão), aí o tempo passou e outras bandas made in UK entraram no meu coração (o Blur que vi em 99, o Coldplay que vi em 03, o Travis que ainda espero e claro, a banda que me fez ficar mais perto de Deus duas semanas atrás…) e o Oasis hoje é como aquele ex-namorado da época de escola que quando você acha uma foto, só faz pensar onde raios estava com a cabeça pra ter se apaixonado por aquilo. Não faria sentido matar a vontado hoje em dia de algo que não me toca como antes. Nem no iPod eu escuto mais (pulo sumariamente). Já era.
O que me fez pensar também em como tudo tem sua hora, mesmo, já que duvido que se tivesse visto a banda que me levou ao nirvana duas semanas atrás na época do Kid A ou Amnesiac (não gosto e não tenho nenhum dos dois cds, prontofalei²) teria passado por uma das experiências mais maravilhosas da minha humilde vida… (se eu disser que até agora me sinto abobalhada e assisto à trechos do show no youtube pra voltar pro dia 22 alguém acredita? Eu não sou mais a mesma.)

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