His name is Benjamin. Benjamin Button.
(ou o curioso caso do Forrest Gump esperto)
Foi difícil não comparar já que em diversas ocasiões os dois se parecem muito.
Tão difícil quanto não se chocar com um filme tão redondinho, tão certinho, tão Hollywood sabendo que ainda no começo dessa década o diretor em questão explodia prédios ao som de Pixies e passava câmeras por chaleiras pra provar o quão avant garde era (e se eu odeio as firulas técnicas de Fincher, sem elas, o filme ficou com cara de genérico).
E mais difícil foi esperar três horas de vida ao contrario se esvair. Culpa minha que insisto em tomar líquídos e tenho uma política estrita de nunca sair no meio de uma exibição. E culpa do filme também já que 70% das cenas do hospital “enquanto o Katrina não vem” são supérfluas.
Então ela odiou o filme, você se pergunta. Not the fucking all por muitos motivos:
1º- New Orleans, a cidade boa demais pra estar nos EUA. Se alguém colocar uma câmera grudada numa pessoa e pedir pra esta ficar só andando na Big Easy, eu assisto o resultado final.
2º- Brad Pitt. Sorry haters mas o ator (que eu acho bem eficiente quando quer), o homem carismático, o muito lindo e o cara que parece muito gente boa sempre kicks ass na tela. O chatinho pai de 15 que a Angelina ature em casa.
3º- Kate Blanchet. Ruiva. Perfeita. Maravilhosa as usual.
4º- Tilda Swinton. Definitivamente e feia mais bonita, sexy e interessante desde Katherine Hepburn. Seus personagens sempre roubam a cena.
5º- Velhinhos. Pessoas da melhor idade são infinitamente mais interessantes que o povinho de 20 ou 30 do mundo. Trabalharia fácil (aka: não faria nada e só ficaria de prosa) num asilo se não tivesse que lidar com essas pessoas partindo pra sempre o tempo todo.
6º- Esse monólogo:
(ou o curioso caso do Forrest Gump esperto)
Foi difícil não comparar já que em diversas ocasiões os dois se parecem muito.
Tão difícil quanto não se chocar com um filme tão redondinho, tão certinho, tão Hollywood sabendo que ainda no começo dessa década o diretor em questão explodia prédios ao som de Pixies e passava câmeras por chaleiras pra provar o quão avant garde era (e se eu odeio as firulas técnicas de Fincher, sem elas, o filme ficou com cara de genérico).
E mais difícil foi esperar três horas de vida ao contrario se esvair. Culpa minha que insisto em tomar líquídos e tenho uma política estrita de nunca sair no meio de uma exibição. E culpa do filme também já que 70% das cenas do hospital “enquanto o Katrina não vem” são supérfluas.
Então ela odiou o filme, você se pergunta. Not the fucking all por muitos motivos:
1º- New Orleans, a cidade boa demais pra estar nos EUA. Se alguém colocar uma câmera grudada numa pessoa e pedir pra esta ficar só andando na Big Easy, eu assisto o resultado final.
2º- Brad Pitt. Sorry haters mas o ator (que eu acho bem eficiente quando quer), o homem carismático, o muito lindo e o cara que parece muito gente boa sempre kicks ass na tela. O chatinho pai de 15 que a Angelina ature em casa.
3º- Kate Blanchet. Ruiva. Perfeita. Maravilhosa as usual.
4º- Tilda Swinton. Definitivamente e feia mais bonita, sexy e interessante desde Katherine Hepburn. Seus personagens sempre roubam a cena.
5º- Velhinhos. Pessoas da melhor idade são infinitamente mais interessantes que o povinho de 20 ou 30 do mundo. Trabalharia fácil (aka: não faria nada e só ficaria de prosa) num asilo se não tivesse que lidar com essas pessoas partindo pra sempre o tempo todo.
6º- Esse monólogo:
"For what it's worth, it's never too late, or in my case too early - to be whoever you want to be. There's no time limit; stop whenever you want. You can change, or stay the same - there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. I hope you see things that startle you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you're proud of. If you find that you're not, I hope you have the strength to start all over again. "
Eu prefiro mil vezer ter muitas pequenas vidas com trabalhos diferentes e pessoas que vão e vem do que uma longa e monótona já sabendo tudo que vai acontecer… e essa é a mensagem chave do filme.


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