Guilty Pleasures
Ontem, que se não foi um Sunday Morning em New Jersey foi um domingo à noite no Via Funchal, tive a lavagem de alma que eu (muito) precisava e que só uma banda de pop chiclete com 5 meninos fofos consegue fazer, cantando a trilha sonora da vida que eu nunca mais vou ter.
Hoje, após perder na Mostra e de novo no Noitão, consegui assistir Rebonine, por favor, “exclusive way”.
Lilian disse ter detestado. Dri só assistiu até o começo e desisitiu. Mário, sem assistir, ouviu falar que é “sessão da tarde” pura. E lá fui eu…
Sempre me pergunto o que me fez virar essa cinéfila bitolada de hoje. Minha avó, que sabia o nome de todo e qualquer ator a dar as caras em Hollywood dos anos 30 aos 60? Minha (boa) solidão de filha única que sempre encontrou companhia na tv? O fatídico dia de 1990 em que conheci Travis Bickle? Genes, dna, destino?
Fato é, minha vida (e cinefilia) seria NADA sem a sessão da tarde. Sem Sloth querendo chocolate, Babe não sendo colocada no canto, DeLorean me levando pro passado, crianças voando de bicicleta e é isso o que o novo filme de Michel Gondry tem de melhor.
Esqueça os furos no roteiro, o fato de Jack Black estar alcançando níveis Jim Carreyísticos de chatice e só ficar assistível quando esquece que está sendo filmado. Rebobine é o tipo de filme que foi feito pra quem gosta muito de cinema. As fitas “sweded” são uma das coisas mais legais já vistas. E a melancolia (meio cinema paradiso) do fim valem por tudo que é meia-boca. É filme sessão da tarde sim, em toda sua non-sense e tosquice. O que me fez até mais feliz por ter assistido deitada no sofá. No meio da tarde.
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Ontem, que se não foi um Sunday Morning em New Jersey foi um domingo à noite no Via Funchal, tive a lavagem de alma que eu (muito) precisava e que só uma banda de pop chiclete com 5 meninos fofos consegue fazer, cantando a trilha sonora da vida que eu nunca mais vou ter.
Cantei, de olhos fechados, lembrando de casa
(e sem me achar muito velha pra tudo isso...)
(e sem me achar muito velha pra tudo isso...)
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Hoje, após perder na Mostra e de novo no Noitão, consegui assistir Rebonine, por favor, “exclusive way”.
Lilian disse ter detestado. Dri só assistiu até o começo e desisitiu. Mário, sem assistir, ouviu falar que é “sessão da tarde” pura. E lá fui eu…
Sempre me pergunto o que me fez virar essa cinéfila bitolada de hoje. Minha avó, que sabia o nome de todo e qualquer ator a dar as caras em Hollywood dos anos 30 aos 60? Minha (boa) solidão de filha única que sempre encontrou companhia na tv? O fatídico dia de 1990 em que conheci Travis Bickle? Genes, dna, destino?
Fato é, minha vida (e cinefilia) seria NADA sem a sessão da tarde. Sem Sloth querendo chocolate, Babe não sendo colocada no canto, DeLorean me levando pro passado, crianças voando de bicicleta e é isso o que o novo filme de Michel Gondry tem de melhor.
Esqueça os furos no roteiro, o fato de Jack Black estar alcançando níveis Jim Carreyísticos de chatice e só ficar assistível quando esquece que está sendo filmado. Rebobine é o tipo de filme que foi feito pra quem gosta muito de cinema. As fitas “sweded” são uma das coisas mais legais já vistas. E a melancolia (meio cinema paradiso) do fim valem por tudo que é meia-boca. É filme sessão da tarde sim, em toda sua non-sense e tosquice. O que me fez até mais feliz por ter assistido deitada no sofá. No meio da tarde.
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Mamãe tirou o gesso e anda livre.
Obama- o messias Afro-American- ganhou.
Vale a pena comentar ambos os fatos...
Obama- o messias Afro-American- ganhou.
Vale a pena comentar ambos os fatos...

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