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O que faz um ser humano dito normal achar que pode cruzar as fronteiras de intimidade com outro ser humano na rua e em quase todo lugar?
Não não, não me refiro à sexo. E sim a já celebre atitude de furar a santa bolha imaginária que cerca cada ser vivente deste planeta e é mais conhecida como privacidade.
Aparentemente a minha cara de brava, fones de ouvido , livro aberto e o meu completo silêncio não são suficientes pra que se interprete o aviso imaginário de 'não pertube'.
Sim, bom dia, vai chover e tudo bem são ótimos e não arrancam dedos mas existe realmente a necessidade de tanto contato verbal e físico? É mesmo necessário todo o blá blá blá e beijinhos e abraços com meros conhecidos? Poxa, é tão melhor abraçar aquele amigo do coração ou beijar àquela pessoa especial do que ficar se tocando com gente cujo um Olá teria tudo resolvido.
O mesmo pra completos estranhos que do nada começam a falar e contam intimidades das quais eu não paguei pra saber ou ainda se intrometem na sua vida pessoal sem parcimônia.
Acreditem, depois de presenciar uma mulher contado como a concepção de seu filho aconteceu em detalhes (e bota detalhes nisso) num ônibus cheio, levar esporro de uma cidadão por que estava com fones e por isso não o escutava enquanto este divagava sobre algo numa fila de mercado, ter tiazinhas me cutucando pra conversar em tudo que é lugar, uma mulher que literalmente me olhou e disse que eu seria infinitamente mais bonita se emagrecesse, do nada, numa loja qualquer da vida e um sem noção no hall de um cinema me pedindo prendedor de cabelo e querendo que eu amarrasse o cabelo pra ele entre muitas outras abordagens freaks e invasivas, eu peço: “Por favor, respeitem a minha bolha!!!”
O que faz um ser humano dito normal achar que pode cruzar as fronteiras de intimidade com outro ser humano na rua e em quase todo lugar?
Não não, não me refiro à sexo. E sim a já celebre atitude de furar a santa bolha imaginária que cerca cada ser vivente deste planeta e é mais conhecida como privacidade.
Aparentemente a minha cara de brava, fones de ouvido , livro aberto e o meu completo silêncio não são suficientes pra que se interprete o aviso imaginário de 'não pertube'.
Sim, bom dia, vai chover e tudo bem são ótimos e não arrancam dedos mas existe realmente a necessidade de tanto contato verbal e físico? É mesmo necessário todo o blá blá blá e beijinhos e abraços com meros conhecidos? Poxa, é tão melhor abraçar aquele amigo do coração ou beijar àquela pessoa especial do que ficar se tocando com gente cujo um Olá teria tudo resolvido.
O mesmo pra completos estranhos que do nada começam a falar e contam intimidades das quais eu não paguei pra saber ou ainda se intrometem na sua vida pessoal sem parcimônia.
Acreditem, depois de presenciar uma mulher contado como a concepção de seu filho aconteceu em detalhes (e bota detalhes nisso) num ônibus cheio, levar esporro de uma cidadão por que estava com fones e por isso não o escutava enquanto este divagava sobre algo numa fila de mercado, ter tiazinhas me cutucando pra conversar em tudo que é lugar, uma mulher que literalmente me olhou e disse que eu seria infinitamente mais bonita se emagrecesse, do nada, numa loja qualquer da vida e um sem noção no hall de um cinema me pedindo prendedor de cabelo e querendo que eu amarrasse o cabelo pra ele entre muitas outras abordagens freaks e invasivas, eu peço: “Por favor, respeitem a minha bolha!!!”

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