Happy People
Vamos ser sinceros. Uma das grandes verdades desse mundo (e muito libertadora também) é que ninguém é obrigado a fazer nada. Incluindo falar Inglês. Fácil assim.
Eu detesto Espanhol. Birra pessoal mesmo. E por esse motivo não me obrigo a falar esta bela língua cuspida e fazer de mim (e de alguma professora) um ser mais infeliz.
Só que esta vem sendo minha rotina de trabalho toda terça e quinta, logo no raiar do sol e à tarde. Adultos crescidos e adolescentes rebeldes que querem tudo menos falar a única linguagem que tenho pra oferecer.
Com ódio, preguiça, tédio e nos fazendo menos feliz!
O que me faz perguntar: WHY?
Não é muito mais proveitoso ficar dormindo, continuar falando o Português, ir estudar algo que realmente lhes dê prazer ao invés de continuar com um martírio longo e penoso? E esses pais que forçam adolescentes a fazer o que não querem (e Deus me livre se Tia Cida tivesse me forçado qualquer coisa...).
E olha que o tema “aprender Inglês e aporrinhar teacher Karina” é só a ponta do iceberg mesmo. Essa mania de querer caber num quadrado, igual ao de todo mundo que faz a gente (digo, os outros, por que eu só corro atrás do que me faz feliz e não do que a tal sociedade me manda...) ficar louco em busca de ideais (e objetos) impossíveis e NINGUÉM MAIS CONSEGUE SER SATISFEITO E FELIZ.
Vamos ser sinceros. Uma das grandes verdades desse mundo (e muito libertadora também) é que ninguém é obrigado a fazer nada. Incluindo falar Inglês. Fácil assim.
Eu detesto Espanhol. Birra pessoal mesmo. E por esse motivo não me obrigo a falar esta bela língua cuspida e fazer de mim (e de alguma professora) um ser mais infeliz.
Só que esta vem sendo minha rotina de trabalho toda terça e quinta, logo no raiar do sol e à tarde. Adultos crescidos e adolescentes rebeldes que querem tudo menos falar a única linguagem que tenho pra oferecer.
Com ódio, preguiça, tédio e nos fazendo menos feliz!
O que me faz perguntar: WHY?
Não é muito mais proveitoso ficar dormindo, continuar falando o Português, ir estudar algo que realmente lhes dê prazer ao invés de continuar com um martírio longo e penoso? E esses pais que forçam adolescentes a fazer o que não querem (e Deus me livre se Tia Cida tivesse me forçado qualquer coisa...).
E olha que o tema “aprender Inglês e aporrinhar teacher Karina” é só a ponta do iceberg mesmo. Essa mania de querer caber num quadrado, igual ao de todo mundo que faz a gente (digo, os outros, por que eu só corro atrás do que me faz feliz e não do que a tal sociedade me manda...) ficar louco em busca de ideais (e objetos) impossíveis e NINGUÉM MAIS CONSEGUE SER SATISFEITO E FELIZ.

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