Uái so serious, sô?
Tá, eu vou falar uma coisa que faz perder amizade mas eu não, uh, gosto muito assim do Tim Burton…então os tais Batmans “geniais” que ele fez no passado nunca foram nada além de muito pastiche em tela (salvo mulher gato, mas pô, Michelle Pfeiffer tá em outra estratosfera).
Os dois do Joel Schumacher não devem nem ser levados em consideração por pessoas sérias (ou doidas) e serão lembrados pelo governor Swarza em pantufas de urso polar.
E eu, menina que de violência gráfica e justiça heróica só tive o sansão na cachola do Cebolinha e Cascão dos gibis da Mônica não sou a mais apta pra julgar um bom filme baseado em quadrinhos (quase tive um colapso no cinema quando a Jean Gray morre em X-men 2 e nem o Mário repetindo mil vezes a palavra Fênix me convenceu de que a criatura ia voltar, então…). Só que sempre me foi dito (por pessoas mais esclarecidas- quase sempre homens e nerds) que Batman é o anti-social deprimido da turma (bem como Superman é o nerd, Homem-aranha o coxinha, Wolwerine o fanfarrão e assim vai…) e se esse novo filme tem algum mérito, é este.
O filme todo é, clamando o já épico motto do Coringa, TOO FUCKING SERIOUS e isso não é mau. Salvo algumas cenas de ação inverossímeis (não seriam elas todas?), é possível conceber tudo que se passa na tela. O ricaço que gasta horrores com gadgets fenomenais em busca de justiça, os criminosos filha da putésimos, os cops e o herói tendo que enfrentar não somente as glórias de “salvador da pátria” (algo que também já foi abordado em Hancock e é legal ver filmes hollywoodianos não olhando mais pra seus heróis cegamente sem medir as consequências de seus atos, I mean, quem paga as 300 reconstruções de Manhattan ou assume as baixas civis nessa história toda?) e por isso, o filme funciona. Bem melhor que o muito insosso primeiro desta franquia, é possivel ver uma continuação (eles TÊM que ressuscitar Eckhart como Duas-caras) à caminho.
O que nos leva ao senhor Coringa. É, o filme é do falecido Heath Ledger. Hands down. Eu acho que todo mundo imagina morrer tendo feito algo legal e se estupidamente o ator deixou o mundo cedo demais, ao menos pode se gabar (onde quer que esteja) de ter feito deste papel seu último filme. Tão realista quanto todo o resto, as psicoses do vilão são plausíveis e por isso ele não é mais um bafoon. O ser humano nunca vê o estranho com bons olhos e Coringa responde à isso meio que gritando pra todos “Ah é? Danem-se vocês, ou melhor, morram vocês, literalmente…” e por isso a sua personagem é a melhor de todas.
Não aguentei o hype pela morte do ator mas se Batman serviu de algo pra mim, foi pra perceber que foi uma puta perda sim e Ledger tinha todo o potencial que lhe empregam…
Os dois do Joel Schumacher não devem nem ser levados em consideração por pessoas sérias (ou doidas) e serão lembrados pelo governor Swarza em pantufas de urso polar.
E eu, menina que de violência gráfica e justiça heróica só tive o sansão na cachola do Cebolinha e Cascão dos gibis da Mônica não sou a mais apta pra julgar um bom filme baseado em quadrinhos (quase tive um colapso no cinema quando a Jean Gray morre em X-men 2 e nem o Mário repetindo mil vezes a palavra Fênix me convenceu de que a criatura ia voltar, então…). Só que sempre me foi dito (por pessoas mais esclarecidas- quase sempre homens e nerds) que Batman é o anti-social deprimido da turma (bem como Superman é o nerd, Homem-aranha o coxinha, Wolwerine o fanfarrão e assim vai…) e se esse novo filme tem algum mérito, é este.
O filme todo é, clamando o já épico motto do Coringa, TOO FUCKING SERIOUS e isso não é mau. Salvo algumas cenas de ação inverossímeis (não seriam elas todas?), é possível conceber tudo que se passa na tela. O ricaço que gasta horrores com gadgets fenomenais em busca de justiça, os criminosos filha da putésimos, os cops e o herói tendo que enfrentar não somente as glórias de “salvador da pátria” (algo que também já foi abordado em Hancock e é legal ver filmes hollywoodianos não olhando mais pra seus heróis cegamente sem medir as consequências de seus atos, I mean, quem paga as 300 reconstruções de Manhattan ou assume as baixas civis nessa história toda?) e por isso, o filme funciona. Bem melhor que o muito insosso primeiro desta franquia, é possivel ver uma continuação (eles TÊM que ressuscitar Eckhart como Duas-caras) à caminho.
O que nos leva ao senhor Coringa. É, o filme é do falecido Heath Ledger. Hands down. Eu acho que todo mundo imagina morrer tendo feito algo legal e se estupidamente o ator deixou o mundo cedo demais, ao menos pode se gabar (onde quer que esteja) de ter feito deste papel seu último filme. Tão realista quanto todo o resto, as psicoses do vilão são plausíveis e por isso ele não é mais um bafoon. O ser humano nunca vê o estranho com bons olhos e Coringa responde à isso meio que gritando pra todos “Ah é? Danem-se vocês, ou melhor, morram vocês, literalmente…” e por isso a sua personagem é a melhor de todas.
Não aguentei o hype pela morte do ator mas se Batman serviu de algo pra mim, foi pra perceber que foi uma puta perda sim e Ledger tinha todo o potencial que lhe empregam…

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