A arte de alienar amigos
As amizades com A e B começaram juntas. E foram as primeiras que realmente me fizeram bem na vida. Ambos eram tão “estranhos” quanto eu, no estranho mundo do colegial. Era bom falar de nerdices e ser entendida. Muitas imaturidades e pequenas tentativas de alienação depois, parecia que os três viraram adultos. Ai A brigou com B que mudou de vez pros eua e aparentemente ficou importante demais pra manter um fio de contato comigo que acabei alienando A por tabela. Nunca mais ouvi falar dos dois.
Já a amizade com C era graciosa e supriu a falta de irmãos de ambos. Fatos “adultos” aconteceram enquanto ainda eramos adolescentes e isso nos aproximou mais. Até uma breve separação física não impediu que a amizade continuasse em faculdades diferentes. Só que, do nada, puf, um parou de ligar, o outro não respondeu também e hoje C é só mais um rosto no tal do Orkut.
D, E e F vieram meio que juntos. Na mesma fase da vida, onde tentei me encontrar mas só me perdi mais. D veio primeiro. Foi meu bote salva-vidas naquele caos. Nos pareciamos muito. Todas as conversas chegavam àlgum lugar. Até o dia em que o puf mais uma vez aconteceu e paramos de nos falar. E depois voltamos. E nunca mais nada foi o mesmo. Sinto falta de D, mesmo tendo notícias hoje em dia que me fazem ter certeza de nos tornamos pessoas opostas.
E veio como quem não quer nada. Se tornou amizade de verdade anos depois. Foi a mais forte de todas as relações que já tive. E acabou igualzinho à um furação. Rápido e destrutivo. E apesar de ter previsto o fim e ter sido autora da destruição, não esperava que fosse acontecer. E não sei bem s quero uma re-aproximação por pura covardia.
O que me leva a F. F tem bom coração, boas intenções, amor. E apesar dos pesares (que já geraram alienação) é o ultimo dos moicanos. F mudou muito ultimamente, em muito pouco tempo. Ainda assim é a última esperança de não acabar sozinha no mundo.
A verdade é que tão torta quanto as minhas relações amorosas (nulas, no caso) são minhas amizades e se a teoria de que quanto mais velho ficamos, menores são as chances de fazer novos elos de amizade duradouros é verdadeira, então estou fadada a uma perspectiva de vida cercada de gatos…
Já a amizade com C era graciosa e supriu a falta de irmãos de ambos. Fatos “adultos” aconteceram enquanto ainda eramos adolescentes e isso nos aproximou mais. Até uma breve separação física não impediu que a amizade continuasse em faculdades diferentes. Só que, do nada, puf, um parou de ligar, o outro não respondeu também e hoje C é só mais um rosto no tal do Orkut.
D, E e F vieram meio que juntos. Na mesma fase da vida, onde tentei me encontrar mas só me perdi mais. D veio primeiro. Foi meu bote salva-vidas naquele caos. Nos pareciamos muito. Todas as conversas chegavam àlgum lugar. Até o dia em que o puf mais uma vez aconteceu e paramos de nos falar. E depois voltamos. E nunca mais nada foi o mesmo. Sinto falta de D, mesmo tendo notícias hoje em dia que me fazem ter certeza de nos tornamos pessoas opostas.
E veio como quem não quer nada. Se tornou amizade de verdade anos depois. Foi a mais forte de todas as relações que já tive. E acabou igualzinho à um furação. Rápido e destrutivo. E apesar de ter previsto o fim e ter sido autora da destruição, não esperava que fosse acontecer. E não sei bem s quero uma re-aproximação por pura covardia.
O que me leva a F. F tem bom coração, boas intenções, amor. E apesar dos pesares (que já geraram alienação) é o ultimo dos moicanos. F mudou muito ultimamente, em muito pouco tempo. Ainda assim é a última esperança de não acabar sozinha no mundo.
A verdade é que tão torta quanto as minhas relações amorosas (nulas, no caso) são minhas amizades e se a teoria de que quanto mais velho ficamos, menores são as chances de fazer novos elos de amizade duradouros é verdadeira, então estou fadada a uma perspectiva de vida cercada de gatos…

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