Um pouco de sunshine antes da mostra
Num período em que diversão cinéfila é assistir àlgum filme de terror tosco e (infelizmente) livre de sustos, ou esperar por Manoel de Oliveira , Makhmalbaf , Almodóvar e Claude Chabrol (é semana que vem \0/\0/\0/\0/), nada como uma pequena delícia chamada Pequena Miss Sunshine.
Super esperado pela dona deste blog por ter a direção de Faris e Dayton (mais conhecidos por 90% dos clipes fodásticos dos Pumpkins) e pela trilha sonora fofíssima, o melhor do filme é ele não ter absolutamente nada de exceptional mas sim um fragmento da vida de uma família comum passando por momentos incomuns.
Histórinha basica: Vovô cheirador de pó, titio homo-loser-suicída, filho adorador de Nietzsche fazendo voto de silêncio, papai iludido nos próprios dogmas fracassados, mamãe segura todas as pontas e filhinha fofa-miguxa e sem noção da realidade numa road trip.
Adicione quilos e quilos de química, chame atores fantásticos, crianças meigas e talentosas (yes, Dakota Fanning , I am looking at you) e você tem o filme mais leve e depretensioso (e muito bom) desde muito tempo-com direito a melhor cena de dança e o melhor chilique dentro de uma kombi.
Kuddos para Steve Carrell. Ele é a cara do (bom) humor americano, tem um timing perfeito e me faz ficar viciada em tudo que faça. Toni Collete é camaleônica e, lado a lado com Miss Winslet, é o cala-boca pra todas as pseudo-atrizes americanas. E Paul Dano, que fica mais de ¾ do filme sem abrir a boca mas quando fala, diz tudo (e é o clone adolescente do Elliott Smith!!!!)
É tudo o que se pode pedir prum sábado à noite, domingo de manhã, quarta depois do almoço, toda hora e todo lugar…e ainda assim, é muito mais que isso.
PS: Esse povo cinéfilo teve que acabar com os passes da mostra em meio dia de venda (isso fica bem pra corinthiano em dia de fim de campeonato, nao nerds fissurados em filme iraniano) mas tudo bem, se eu não conseguir assistir Babel, cabeças rolarão nos unibancos da vida…
Num período em que diversão cinéfila é assistir àlgum filme de terror tosco e (infelizmente) livre de sustos, ou esperar por Manoel de Oliveira , Makhmalbaf , Almodóvar e Claude Chabrol (é semana que vem \0/\0/\0/\0/), nada como uma pequena delícia chamada Pequena Miss Sunshine.
Super esperado pela dona deste blog por ter a direção de Faris e Dayton (mais conhecidos por 90% dos clipes fodásticos dos Pumpkins) e pela trilha sonora fofíssima, o melhor do filme é ele não ter absolutamente nada de exceptional mas sim um fragmento da vida de uma família comum passando por momentos incomuns.
Histórinha basica: Vovô cheirador de pó, titio homo-loser-suicída, filho adorador de Nietzsche fazendo voto de silêncio, papai iludido nos próprios dogmas fracassados, mamãe segura todas as pontas e filhinha fofa-miguxa e sem noção da realidade numa road trip.
Adicione quilos e quilos de química, chame atores fantásticos, crianças meigas e talentosas (yes, Dakota Fanning , I am looking at you) e você tem o filme mais leve e depretensioso (e muito bom) desde muito tempo-com direito a melhor cena de dança e o melhor chilique dentro de uma kombi.
Kuddos para Steve Carrell. Ele é a cara do (bom) humor americano, tem um timing perfeito e me faz ficar viciada em tudo que faça. Toni Collete é camaleônica e, lado a lado com Miss Winslet, é o cala-boca pra todas as pseudo-atrizes americanas. E Paul Dano, que fica mais de ¾ do filme sem abrir a boca mas quando fala, diz tudo (e é o clone adolescente do Elliott Smith!!!!)
É tudo o que se pode pedir prum sábado à noite, domingo de manhã, quarta depois do almoço, toda hora e todo lugar…e ainda assim, é muito mais que isso.
PS: Esse povo cinéfilo teve que acabar com os passes da mostra em meio dia de venda (isso fica bem pra corinthiano em dia de fim de campeonato, nao nerds fissurados em filme iraniano) mas tudo bem, se eu não conseguir assistir Babel, cabeças rolarão nos unibancos da vida…

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