Sunday, September 10, 2006


UM POST A TROIS


Olha lá, olhá lá, o que cai do céu…

É um meteoro? A maçã de Newton? Uma chuva de sapos? Não, não…é só a carreira do M. Night Xuxumelão.
Lembra quando o mundo inteiro se surpreendeu com o fato do Bruce Willis ser um fantasma (incluindo o próprio Bruce Willis)? Ou quando o Sam Jackson foi um kicks-ass hands-down vilão/homem de vidro num filme de super-heróis sem super-heróis? Lembra de como toda uma invasão alien devolveu a fé a Mel Gibson? Ou quando a vila de 1700 era uma vila de 2004? Então. Esqueça tudo isso. Todos esses filmes suuuuper criativos, às vezes até demais, que fizeram a gente achar que um cara indiano , com mais cara de dono de convenience store do que de diretor, seria a salvação da lavoura nos quesitos suspense, mistério e magia.
Esqueça também o caminho do cinema caso queira assistir A dama na água. De o dinheiro pra caridade e use o tempo livre pra ler um livro, ver Café filosófico ou pintar as unhas do pé. Você vai me agradecer…



Meu longo caminho até o altar (ou chupá, quero dizer)

Quando criança te contam aquelas histórias de como um homem lindo, louro e de cavalo branco vai te resgatar de uma vida miserável, triste e de solidão (leia-se: vida de solteira) e tudo se resolveria num passe de mágica.
Só esquecem de te contar que talvez você prefira schmucks narigudos e viciados em vinil de rock e bateria. E que ao invés do cavalo branco, você é quem tem que pegar um avião e largar tudo se quiser ser feliz pra sempre.
Antes, é claro, de descobir que você nasceu da raça/religião erradas e ou você começa a estudar tradições de 6 milênios e o diabo ou você vai acabar encalhada (ou pior, com algum louro - ewww, desconjura).
Yup, foi dada a largada oficial pra Karina ganhar uma alma hebréia. Até o momento está rabino 1 x 0 eu.


Talking about schmucks…

Chuck Palahniuk finalmente ganha companhia na seleta lista (de até então um só) autores favoritíssimos de moi.
Ladies and Germs, vão AGORA ler Jonathan Safran Foer.
Acabei Everything is Illuminated (que, ó-b-v-i-o, é trilhões de vezes melhor que o filme, e olha que este é muuuito bom) e ontem comprei (em Inglês) Extremely Loud and Incredible Close, já iniciado e invariável causador do empacamento do meu trabalho de História da Arte.
Leia, leia, leia… tem em Português (bando de monoglotas do Inferno) e me agradeçam depois (de novo).