Keeping the faith
Hoje foi um dia em que saberia se uma decisão muito importante viraria realidade. Não virou. Obviamente por que a outra parte percebeu o quão insegura e despreparada eu estou e que não são essas as condições pra tomar tamanha decisão. Traduzindo: eu não estou preparada - mais psicologicamnete do que fisicamente- pra cortar meu estômago e talvez finalmente ser magra.
Mas o principal acontecimento do dia foi outro. Uma única conversa, como muitas que eu já tive a anos atrás com a mesma pessoa, e a fé de que existe sim algo que mova consciências e corações e faça um amigo “salvar” o outro.
Toda a obviedade que alguém muito querido precisa dizer na sua cara. O chacoalhão , as verdades, a auto-ajuda que não vem de livros ou de profissionais e sim de amigos.
Tudo que eu precisei escutar desde que aterrizei no Brasil, eu escutei hoje. Muito do que foi dito, eu já sabia. Mas o empurrão foi mais do que necessário.
Como ele mesmo disse, óbvio que a depressão volta, que o passado atormenta, que a tristeza aparece e que pensar é um fardo, ou seja, nada vem fácil pra mim por que de uma certa maneira eu aguento a barra mais do que muita gente.
Mas foi bom ter a alma salva numa noite de segunda.
Eu tenho fé nos meus poucos amigos. Por que eles me dão fé quando eu mais preciso.
Sayonara Tenchy

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